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O Café

Londrina fez parte de um conjunto de municípios cuja origem teve relação com a produção do café. Atualmente, não é a toa que os londrinenses podem observar a existência de resquícios dessa memória espalhados pela cidade, que são a representação da cafeicultura em nossa história.

São denominações tão presentes no nosso cotidiano, que não nos damos conta da variedade de elementos nominados pelo grão, que vai desde comércios, espaços de entretenimento à área esportiva. Temos então o Bourbon e o Sumatra, hotéis com nomes de duas variedades do cultivar, que marcam o início da nossa colonização e da produção no Norte do Paraná. Como os dois primeiros nomes já citados, a denominação Catuaí do nosso shopping, também é uma variedade da primeira espécie de café no Brasil, a Coffea arabica, de origem africana.

Seguindo nossas referências temos diversas vias como a Av. do Café por exemplo, e os logradouros do Conjunto Parigot de Souza, sem contar os bairros como o Conjunto Cafezal, o Parque Residencial do Café e o Parque Ouro Verde. Para quem não sabe, o café era tão valioso em suas fases de destaque exportador que recebeu apelido de “ouro verde” e por isso, na época em que nosso ícone do patrimônio cultural fora inaugurado, o Cine Teatro Ouro Verde, Londrina desfrutava economicamente o seu auge cafeeiro.  Pode ser que esqueçamo-nos de mais símbolos, mas não podemos deixar de citar Estádio do Café e o responsável por elevar a cidade ao título de “Capital Mundial do Café”, a Cia Cacique de Café Solúvel, que na década de 1960 e 1970 representou a maior exportadora brasileira do produto solúvel.

Por fim, temos os símbolos políticos da emancipação de Londrina, que é o Brasão com ramos do cultivar e a cor vermelha de sua Bandeira remetendo à fertilidade da terra. Curiosidade: de acordo com os imigrantes italianos quando faziam referência ao solo de terra rossa, que em italiano o termo rosso é vermelho, os brasileiros aportuguesaram o nome para roxo, e assim, alguns falam terra roxa, outros, vermelha. Enfim, tantas denominações e referências para que a memória do café não caia no esquecimento local, onde até recentemente no cenário do entretenimento e do turismo, os londrinenses foram agraciados com o Bar Estação Café Brasil e a Rota do Café.

ROTA DO CAFÉ

A Rota do Café é um convite para uma experiência turística única. Seu roteiro, composto por mais de 40 atrativos, proporciona ao visitante o conhecimento e a vivência sobre a história e a produção do café.

O cliente encontrará roteiros diversos conforme sua necessidade e perfil, cada nova combinação é uma oportunidade de sentir, experimentar e conhecer os aspectos da cultura cafeeira e as belezas da região norte do Paraná: fazendas históricas e produtivas, cafeterias e restaurantes especializados, ícones culturais que preservam a história, espaços de lazer, santuários ecológicos, pousadas e a gastronomia com café que revelam a história e os causos da região, nuances e, sobretudo os deliciosos aromas do café.

A Rota do Café é um convite para uma experiência turística única. Seu roteiro, composto por mais de 40 atrativos, proporciona ao visitante o conhecimento e a vivência sobre a história e a produção do café.

O cliente encontrará roteiros diversos conforme sua necessidade e perfil, cada nova combinação é uma oportunidade de sentir, experimentar e conhecer os aspectos da cultura cafeeira e as belezas da região norte do Paraná: fazendas históricas e produtivas, cafeterias e restaurantes especializados, ícones culturais que preservam a história, espaços de lazer, santuários ecológicos, pousadas e a gastronomia com café que revelam a história e os causos da região, nuances e, sobretudo os deliciosos aromas do café.


CONFIRA…

youtube.com/watch?v=MnWnUmrHfnk&feature=player_embedded

 

Bibliografia

MACARINI, Walmor; NIXDORF, Klaus. Londrina Paraná Brasil: raízes e dados históricos – Associação Pró-memória de Londrina e Região. Londrina: Edições Humanidades, 2004.

POZZOBON, Irineu. A epopéia do café no Paraná. São Paulo: Obelisco 1971. (p. 15-17)

PUPO, Sylvio Lara. Café criador de cidades. Londrina: Grafmarke, 2006. 224p.

ZORTÉIA, Alberto João. Londrina através dos tempos e crônicas da vida. São Paulo: Juriscredi, 1975. (p. 80-82)